Olá pessoas. Long time, no see, neh? Voltando às boas, quis recomeçar com um dos meus assuntos favoritos: editoriais de moda.



Os editoriais representam uma das melhores expressões artísticas de moda. Acho simplesmente fascinante a coletânea de imagens. Passaria horas só vendo isso. Juro.

Nos dias de hoje, o grande mérito dos editoriais é que as roupas/acessórios são meros coadjuvantes. Na minha singela opinião, os melhores editoriais não estão preocupados em mostrar beleza ou caimento das peças. Os melhores editoriais quase não mostram roupas. Menos roupa, mais make, menos limites e mais fantasia. Os meus favoritos exploram a mais bizarra das ideias, sob ângulos inusitados, adornadas por trajes haute-couture (alta costura em francês), maquiadores dignos de Hollywood e muita piração. The freakier, the better! E a roupa aparece ali, no cantinho, escondidinha, mas você tá tão hipnotizado por aquele mundo “Tim Burton” ou “Sofia Coppola” ou “Hitchcock” que nem nota que o essencial é quase invisível aos olhos. Tá aí Megan Fox (ex-Transformers) num editorial lindo e bizarríssimo pra revista Interview.






Atualmente o formato dos editorias extrapola a antiga fórmula de modelos-cabide. O interessante é a criação de personagens e a construção de histórias visuais. Não basta ter carinha bonita, tem que interpretar também.



Vale também lembrar que o editorial existe por um simples motivo: é catálogo. Isso necessariamente não quer dizer que a forma de exibir esse conteúdo tenha que ser monótona. As estilistas Penelope&Coco investiram num trabalho lindo pra mostrar sua coleção. Pontos para a belíssima edição dos filmes, trilha e direção de fotografia.
Na hora de se inspirar, os olhos ainda executam melhor essa função.













