Não sei se era uma tendência geral dos anos 80, ou se foi apenas na minha família, mas cresci em quartos cobertos de papel de parede. Sempre gostei dos desenhos e, quando criança, adorava arrancar uns pedaços da parede da minha vó. Com o tempo fui achando tudo meio brega e agradecendo o sumiço das estampas florais em tons pasteis. Curti durante um tempo a onda da decoração minimalista, mas hoje aposto num caminho bem diferente. Gosto do ambiente um pouco mais solto e poluído, porém planejado, onde quase tudo tem função mais que decorativa. Gosto quando os objetos em cena criam um clima intimista e pessoal que reflete a personalidade de quem mora ali. É aí que entra um papel de parede original, bonito e bem localizado, que pode ser o toque final perfeito para gerar um ambiente único. Mas cuidado com o exagero: escolha uma parede, mas evite carregar demais o cômodo com desenhos por toda parte. Às vezes, menos é mais. Dê apenas o toque especial.


No Brasil nem sempre é fácil encontrar estampas de bom gosto e normalmente fico babando com os papeis de parede estrangeiros, mas as linhas criadas pelo arquiteto Marcelo Rosembaum para a Bobinex não ficam atrás. Inspiradas nas raízes brasileiras, são 3 linhas – Arabesco, Azulejo e Mata – com diversas opções cada. Não sei exatamente quanto custa o rolo de 10m x 0,52m, mas está à venda aqui.



Via Farm Rio.














Curto muito a ideia! Só não sei se tenho a habilidade necessária para colar o papel :P
Vou cogitar para o meu quarto da casa nova!