
Existe o substantivo TATO, que quer dizer “sentido por meio do qual se conhece ou percebe, usando o corpo, a forma, consistência, peso, temperatura, aspereza etc.” (Houaiss). Mas para este texto, vou falar de TATO no sentido metafórico.
Cautela, sutileza, prudência, bom senso… várias palavras com um mesmo objetivo: fazer a gente pensar antes de tomar nossas atitudes, levar em consideração causas e conseqüências para nós mesmos e também para outras pessoas.
No dia a dia, é muito comum observar demonstrações de tato – e também da falta dele. E, em situações cruciais, é difícil acertar a mão. Uma argumentação com um cliente, um pedido de aumento, um desconto numa loja ou uma briga com o namorado. O tato fica sempre ali, no limite tênue entre o persistir e o insistir. Difícil saber a hora de parar e, quando não se sabe, difícil também não se arrepender depois…
Como eu sou uma pessoa nascida persistente, não são raras as ocasiões onde eu me vi insistente – e muitas vezes, arrependida. Pra mim, trabalhar a ansiedade foi o caminho para equilibrar o tato. Às vezes fazendo yoga, às vezes comendo chocolate. E mesmo assim, nem sempre acertando a mão – mas enfim, pra que tanta prudência nessa vida? ☺














Quando eu era pequeno sempre quando alguém me perguntava qual sentido eu preferia perder eu sempre dizia tato por achar o menos problemático de se perder.
Olha ai Eduarda me mostrando o contrário.
Ahazou!
umbjs