
O que é o amor?
O que leva alguém a decidir abrir mão da felicidade individual, e investir numa vida de realizações a dois?
São Paulo, vida independente, 30 anos, roda de amigos com croquete e cerveja. Discussões baseadas nas perguntas aí de cima são freqüentes e polêmicas. Há quem defenda a monogamia, e há quem tenha medo de compromissos. Há também quem queira ter 4 filhos, e quem não queira ter nenhum; quem queira casar e fazer festão, e quem queira brindar ao longo de 01 ano sabático ao redor do mundo. Muitos argumentos, muitas opiniões… mas, uma coisa é muito evidente em todos os casos: a individualidade de cada um de nós grita, cada dia mais alto.
Mamãe com a minha idade, era casada e tinha 3 filhos. A maneira como ela lida com os problemas do relacionamento dela com papai é diferente da maneira como a maioria dos casais de hoje lidam. Mamãe tem uma “vida individual” menos vivida, tem menos manias e preconceitos. Casou-se numa época em que a instituição do casamento era muito mais sólida e respeitada do que hoje em dia. Aprendeu a ser “dois”. A ser tolerante, compreensiva, companheira.
Quando você resolve “bancar” um relacionamento, tem que pensar em tudo isso. Casar não é brincadeira, rapaz. É meio como viver com o coração do outro. É saber administrar seus limites. Até onde se pode argumentar, até onde você pode ceder. É pensar na conseqüência dos seus atos a longo prazo. É ter a capacidade de discordar, brigar e mesmo assim amar alguém.
Fico feliz quando sou testemunha de um amor – principalmente se for entre amigos. E para todos eles eu desejo, além de muita prosperidade, uma prática saudável do exercício do que é o amor, e do porquê eles escolheram estar juntos. Isso é como um mantra. Um ritual que deve ser repetido para manter a chama do amor sempre acesa – e quente.














Ainda acredito que quem salvou
os casamentos “sólidos” do passado
foram as mulheres,compreensivas
mulheres,doces mulheres,aceitando
seus homens,sendo complacentes
com seus erros, justificando-os…
Maravilhosa geração hoje de novas
mulheres,mais felizes,realizadas.
Muito ainda a conquistar, e o
equilibrio, isso virá com o tempo.
As outras gerações irão agradecer!