
No início do ano, provavelmente navegando sem rumo certo, esbarrei num poster de Where the Wild Things Are e fiquei fascinado. Na época eu não fazia ideia do que era, mas pesquisando um pouquinho descobri que se tratava do novo filme de Spike Jonze, diretor dos excelentes Adaptação (Adaptation, 2002) e Quero Ser John Malkovich (Being John Malkovich, 1999). Descobri também que é baseado num aclamadíssimo livro infantil de 1963, escrito e ilustrado por Maurice Sendak.
Desde então a espera do filme parece interminável e fui matando a vontade aos poucos com as belíssimas imagens que começaram a circular pela internet e com o trailer, que ao som de Wake Up, do Arcade Fire, deixa qualquer um arrepiado. Essa música, por sinal, tem muito a ver com o espírito do filme e fala do mundo, de infância, inocência, mentiras e fantasia. Combinação perfeita.






Where the Wild Things Are conta a história de Max, um garoto sensível que se sente incompreendido em casa e vai para uma ilha selvagem, onde vivem os montros. Lá ele conhece criaturas estranhas e acaba se tornando rei, prometendo criar um lugar onde todos serão sempre felizes. Com o tempo, Max descobre que reinar não é algo tão simples e que relacionamentos são muito mais complicados que imaginava.
Max é interpretado pelo ator de 12 anos Max Records e o elenco conta ainda com Catherine Keener no papel da mãe e Mark Ruffalo como o namorado. As vozes dos monstros são de Paul Dano, Catherine O’Hara, James Gandolfini, Chris Cooper e Forest Whitaker, entre outros.

Infelizmente o filme estreou nos cinemas americanos em 16 de outubro e só chega aqui em janeiro do ano que vem. Mas olhando pelo lado bom, falta apenas um mês. Para esquentar, a editora Cosac Naify lançou o livro em português há uns 2 meses e você pode comprá-lo na loja virtual por R$49,00. Eu vou esperar pra ver o filme primeiro.
















…além de tudo tem um trabalho tipográfico mui foda!