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572. Daniel Edmundson em agosto 19th, 2009

Foda!!!! quero assitir esses ducumentários. Tu tem eles?

584. Rick Monteiro em agosto 20th, 2009

Daniel, escrevendo esse texto me lembrei de vc. Esses filmes lembram muito a estética de A Batalha de Haditha.

ps: Em relacao a ter esses filmes, não tenho. Mas é facil de encontrar, até em locadoras. E Domingo Sangrento vez ou outra passa no AXN.

585. Bruno Vitorino em agosto 20th, 2009

Belíssimo texto, senhor Monteiro. Dos filmes comentados, só vi “O Caminho para Guantânamo”. Tentarei assistir os outros.

601. felipe nogueira em agosto 22nd, 2009

Muito bom mago! è muito bom vê as temáticas de nossas conversas reproduzidas aqui. Cara,(royalties para o gordo)sou dos que acho que a incorpração de novos elementos ficionais, ou melhor típicamente ficcionais, são igredientes que melhoram a documentação, a transmissão da informação. A utilização da animação, por exemplo, em valsa para bashir trouxe uma nova perspectiva sentimental para a realidade documentada. Para mim, a captação da imagem nua e crua pela camera não é sinõnimo de realidade, existem um plexo de sentimentos e concepções que envolvem o momento de quem tá filmando e ,principalmente,de quem tá sendo filmado, por isso a inserção de elementos ficcionais para traduzir esse contexto. A resalva que faço é para que não extrapole o intuito e transforme uma informação em uma ficção.
Abraço.

602. ada monteiro em agosto 22nd, 2009

Em “Vôo united 93″ eu senti essa
sensação de fazer parte daquele
momento,e uma profunda angustia
de perceber algo a mais do que
rotular vitimas e vilôes.

635. Rick Monteiro em agosto 28th, 2009

Felipe, até entendo o interesse na incoporação de elementos ficcionais nos documentários e obviamente que o exagero na utilizacao desses elementos são inaceitáveis mas ainda sou daquele que acredita na captação da imagem nua e crua como principal elemento de se conseguir esses sentimentos e concepções. Como escrevi em A Batalha do Chile, a verdade é tão poderosa que tentar maquia-la apenas reduz o seu impacto. Mas veja o Eduardo Coutinho, um dos melhores documentaristas e principais diretores desse método verdade anda brincando com a estrutura narrativa de seus mais recentes trabalhos. É só ver Jogo de Cena e o recém lançado Moscou. Vai ver estou equivocado…se o mestre Coutinho pode se libertar dessa estrutura porque não outros?! Vou pensar sobre isso.

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