6. Ricardo Cavalcanti em junho 8th, 2009

Gostei da análise. E Gostei muito da combinação do texto com as imagens.
Mas o “into the wild” é bom?

10. Eduardo Rocha em junho 8th, 2009

Independente de ser 100% verídico ou não, Into the Wild é um lindo filme.

16. Heitor em junho 8th, 2009

Eu acho que ninguém escolheria morrer aos poucos, assim, tendo a possibilidade de novas manhãs. Acredito que o rapaz morreu sem querer. O que eu não acredito é que ele deixou de comer aquela gostosa. hehehehe
O filme (into the wild) é lindo.
O texto tá muito bom ( É muito bom ler coisas de quem tem propriedade). Mas eu não acho que a escolha de manter a integridade moral dos personagens seja pelos filmes e sim pelo mundo. Todos precisamos de heróis; e uma das funções da arte é nos dá-los. Eu prefiro conhecer os defeitos dos meus heróis, porque assim se tornam ainda mais heróis, por serem assim, claramente humanos. Mas tem gente que precisa dessa distância causada por uma imagem perfeita criada. É assim a vida. Mas pensando bem, uma das funções da arte também é mudar o que está errado – OU, como diria um herói Caetano – não.

17. Ada Monteiro em junho 8th, 2009

O texto retrata muito bem um sentimento real. Quase sempre personalidades fascinantes, heróis eternos, na verdade, homens… como nós, comuns até demais.

18. Fabio Cardim em junho 8th, 2009

Into de Wild é muito bom mesmo, trilha sonora, atuações, fotografia, roteiro vale a pena ver com certeza!!! A FELICIDADE SO É REAL QUANDO COMPARTILHADA…

22. Kleyvson Miranda em junho 9th, 2009

Meu aluno brilhante e cineasta por ideologia, seu texto sobre o filme do PENN é muito bom. Quem diria que o SEAN fosse se tornar um otimo realizador. Há experimente o trailer de NINE belissimo.

24. Felipe Batista em junho 9th, 2009

Isso me faz lembrar uma entrevista de Isabelle Huppert à revista Première sobre as varias personagens interpretadas por ela em adaptacoes cinematograficas de livros, onde ela diz que não é preciso ler os livros para encarna-las, mas sobre cinebiografias confessa que “…a margem de liberdade a partir de um personagem real é muitas vezes pequena, sem espaço para o imaginario.”.
Outro exemplo semelhante ao de “Cinderella Man” é o de “Amadeus” de Milos Forman. Apesar de não ser invenção de Forman a lenda de que Antonio Salieri teria envenenado Mozart por inveja das suas musicas, o filme o retrata como um simples paga-pau de Mozart, enquanto que ele também foi um grande musico e compositor (não um gênio como Mozart), e que inclusive foi posteriormente professor de Beethoven.
Acredito que as cinebiografias têm sua liberdade artistica mas ao mesmo tempo uma responsabilidade maior (mesmo não sendo documentarios), desde o momento em que tomam nomes e sobrenomes reais, as vezes de pessoas ainda vivas.

25. Felipe Batista em junho 9th, 2009

Gostaria somente de acrescentar que eu adoro o “Amadeus”. Exemplo inclusive de como essa escolha narrativa não prejudicou necessariamente o filme, mas deturpa a imagem de um personagem real.

28. felipe nogueira em junho 9th, 2009

Contar uma história é sempre em perspectiva, diante disso toda biografia, ainda mais cine biografia, mostrará uma visão.
O que se discute é se esta visão se apega a clichês e senso comum ou se ela se pauta em anáise crítica. Eu me sinto enganado quando se dá enfase a um fato pouco relevante e realça fatos não tão relevantes.
O meu exemplo de engodo é Alexandre em que foi dado destaque a bissexualidade e os problemas familiares em detrimento da vontade integrativa do mundo e do talento estratégico e do personagem

30. Rick Monteiro em junho 9th, 2009

Igualmente a Felipe Batista que mesmo tendo ressalvas a Amadeus não o deixou de aprecia-lo. Acho “Na Natureza Selvagem” um filme muito bonito. No final das contas, aquilo que me incomodava foi superficial e passageiro. Ao meu gosto, a qualidade do filme não é proporcional à sua veracidade. Tanto no que equivale a achar “O Aviador” mediano como achar “Cinderella Man” imprestável. Mas também concordo com Felipe Nogueira. A escolha do quê mostrar pode em alguns momentos prejudicar essa visão. Mas é exatamente o porquê desse tema ser o meu escolhido pra dá início a essa nova empreitada: é polêmico e depende exclusivamente do que você quer encontrar em uma cinebiografia. Heróis perfeitos ou falíveis?!

31. Tati em junho 9th, 2009

Muito legal, Rick!!
Parabéns!!
Acompanharei sempre!:)
:**

36. Gabriela Beserra em junho 9th, 2009

nooossa qnts descobertas viu.. agora toda vez q eu assistir um filme baseado na vida de alguem eu vou depois procurar saber se foi assim mesmo…. descobertas intrigantes as suas!

41. Bruno Vitorino em junho 9th, 2009

Como já foi dito, vivemos a constante busca por heróis, mitos, ícones, o que seja, para servir de paradigma dentro de um determinado contexto histórico. Desde de que o homem se entende como tal, os modelos – mesmo que para não segui-los – sempre estiveram presentes. A questão é: “Como esses heróis são escolhidos?” São construções baseadas em interesses bem específicos determinados segundo certas conjunturas de época. Não há dúvida. Basta olhar atenciosamente na História e constatá-las.
Ao desnudar isso no cinema, o autor do texto foi de uma perspicácia extraordiária. Os diretores (e equipe envolvida) também têm claros interesses político-econômicos (mercadológicos, subversivos, panfletários, reacionários, etc.) que atendem à demanda de determinado grupo de pessoas . A cinebiografia “Che”, dirigida por Steven Soderbergh (o mesmo de Traffic), é o exemplo mais atual que posso dar agora. Ou estou enganado? Parabéns, pelo belo artigo Rick Monteiro!

42. Nadja Spinelli em junho 10th, 2009

Gostei muito do seu texto Rick! Bastante inteligente, de quem entende do assunto. Vou ficar antenada em sua coluna “Café com Cigarro”.

45. Amanda Spinelli em junho 10th, 2009

meu amor, cada dia que passa me surpreendo mais com você, espero que seja o primeiro passo para uma longa carreira. Parabéns, ficou muito bom o texto, os próximos serão ainda melhores!!! Te amo muito e boa sorte a todos os colunista… tudo muito bom e dinâmico!!!

79. Bruno Coriolano em junho 16th, 2009

Na natureza selvagem, o que mais me chamou a atenção, foi a revolta de Alex Supertramp com o materialismo de seus pais e da sociedade, decidindo viver em total subsistência. O protesto calado e a tentativa de Supertramp viver sem precisar de dinheiro, me fez lembrar filmes como “Beleza Americana”, uma crítica ao american way of life e de “Clube da Luta” onde Brad Pitt (e seu alterego Edward Norton) Lidera uma espécie de “resistência” mundial contra a publicidade e o consumismo.
Abraço Rick.

294. Vicente Quintas em julho 11th, 2009

Na natureza selvagem talvez seja o filme mais reminiscente em minha memória (junto com o lutador, pra ser mais justo). O filme possui uma extra vida impressionante; como se começasse a ser realmente construído após sairmos da sala de cinema. Passa-se uma semana, duas, e o filme continua lá, à espera de um momento de devaneio para nos atingir novamente. Quanto a verossimilhança dos fatos narrados pelo filme, bem, não li o livro, mas segundo o texto, certas situações retratadas pela película são de desfecho duvidoso. Mas a máxima de hollywood continua intacta: a realidade interessa apenas até onde não compromete a ficção. Em relação ao filme de Ron howard, achei ruim, com ou sem adulteração da realidade. Insiste em ser o defensor dos valores americanos, retratando personagens rasos e histórias melodramáticas. Porque no final o que importa é isso: o filme de Penn é bom e o de Howard, pra manter a tradição, é ruim.

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