27999. Thulio em fevereiro 14th, 2012

Coxinhalizam até zumbi.

28047. Rick Monteiro em fevereiro 15th, 2012

Eu já li reviews falando bem do LIVRO. Que tem uma otima estrutura narrativa pelo livro ser basicamente pensamentos do R. Outra coisa cois que deixaram claro, é que o R é realmente um Zumbi, que fedia, tinha membros podres e caindo aos pedaços. NO caso do filme, percebe-se nas fotos uma “crepusculizada” na atmosfera do livro. O autor já declarou que não concordou com as Tags de Stephanie Meyer indicando o livro. Esperar pelo o filme.(ou não) haha

28060. Paulo Azevedo em fevereiro 16th, 2012

Boa, Rick! Acho que vou partir para o livro mesmo, depois te conto ;)

28112. Ruy Miranda em fevereiro 17th, 2012

Rick,

Concordo com você que é impossível prever o que acontecerá com esse filme. Em outra época, na adolescência, preveria sucesso. Hoje eu sequer presto atenção aos anúncios na televisão. Isso é muito compreensível: gostar ou não gostar de uma obra como essa depende de muitos fatores, da obra propriamente dita, e dos leitores ou assistentes.

Por coincidência nessa noite que passou assisti o programa do David Letterman e uma das entrevistas teve relação com o assunto. O David perguntou a um conhecido ator americano, já perto dos cinquenta anos, o que ele achou quando assistiu um dado filme em que foi o principal ator. A resposta foi: não gostei. E esclareceu que ficou prestando atenção no que faltou, no que devia ter sido feito diferente, no que poderiam ter melhorado e assim por diante. Meses depois do lançamento ele estava em casa, na sala, com sua filha de 5 anos e esta baixou aquele filme. Descontraído ele começou a prestar atenção tal como ela e foi se interessando e assistiu o filme até o final. E gostou. Ele viu o filme em dois estados de espírito diferentes.

Na primeira vez, depois do trabalho de filmagem, acabara de sair da estafante atividade de editar ou acompanhar a edição (não estou muito certo qual o papel que ele teve aqui). Na segunda estava descontraído com a filha e começou a ver o filme naturalmente, sem qualquer expectativa.

Existe o outro lado, da obra. Se ela se mostra consistente e é capaz de nos manter focados o tempo todo, vamos gostar certamente. Para mim não tem importância os exageros, desde que consiga as duas coisas.

Na adolescência eu ficava vidrado com a trama, o drama, o suspense e as paixões avassaladoras de obras do gênero. Elas continham mais exageros do que as atuais porque as técnicas de filmagem e efeitos eram mais limitados, e mesmo assim faziam sucesso. Quer mais exagero do que os jogos eletrônicos que mantêm os olhos dos jovens grudados nos seus aparelhos?

Acho que o sucesso ou fracasso vai depender da mesma coisa: ser ou não capaz de manter esses olhos grudados na tela.

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