3141. Josy em maio 8th, 2010

sem comentários para o texto

3143. daniel em maio 8th, 2010

caralho rick. me fudesse, se fudesse e fudesse outras pessoas com essa.

ta todo mundo fudido nesse site, eh?!

3165. Heitor em maio 9th, 2010

Caralho, mago. Coisa linda.

3207. Daniel Edmundson em maio 9th, 2010

tu tem o filme? como consigo?

3227. Rick Monteiro em maio 9th, 2010

Daniel, mandei o link para o teu email. abraço!!

3247. Eduardo Rocha em maio 9th, 2010

Velho, teu texto me pegou de surpresa. Li várias vezes sem saber o que falar e ainda não sei muito bem. Só posso dizer que é mesmo lindo.

3268. Josy em maio 9th, 2010

pensei q só eu tinha me sentido assim.ainda estou sem comentários para o texto.

3278. ada monteiro em maio 9th, 2010

Belíssimo texto, Rick!
Sabe, não consegui comentar…!

3287. Amanda em maio 9th, 2010

acho esse texto parecido com alguém que eu conheço!!! :)
ficou lindo!!!

3288. Josy em maio 9th, 2010

poxa..tu escreveu muita coisa q eu pensei quando eu vi o filme(todas as vezes)ficou muito LINDO.só não chorei pq as lágrimas foram embora com o filme(sou besta p chorar com filme…colocou casal então..lascou).

3293. Rick Monteiro em maio 10th, 2010

Galera, valeu pelos comentários elogiosos. Tentei retratar toda essa constante contradição que é um relacionamento mas que mesmo assim produz sentimentos imprescindíveis para a vida. abs.

3295. Fabio em maio 10th, 2010

botou pra f… rick, escreveu com coração e como se pode perceber todas as pessoas sentiram o texto, parabens meu velho

3349. damiao s em maio 14th, 2010

Rick, deixaram um recado pra vc nos comentários do meu post da Marjane Satrapi. Vê lá! Abraço, colega de trabalho. :)

3362. ada monteiro em maio 15th, 2010

O amor tem um quê de solidão!
Em alguns momentos, retrata
tão bem na música de Chico
Buarque ” Todo sentimento”:
” Prefiro então partir,
a tempo de poder a gente se
desvencilhar da gente”

3569. Daniel em maio 23rd, 2010

Rick, um re-leitura do teu texto em modo de tempo descontínuo.

Casamento da Raposa com o Rouxinol
Alceu Valença

Ela sempre teve medo
Dos pingos da chuva
E ele sempre teve medo
Dos raios do sol

E ele sempre teve medo
Do sol, da chuva
Do casamento da raposa com o rouxinol

E ele sempre teve medo
De abrir a boca
Ela sempre teve medo
De perder a voz
Ele sempre teve medo
De mirar a louça
Quebrar a mesa
E não poder voltar atrás

Ele sempre teve medo
Dois raios da chuva
E ela sempre teve medo
Dos pingos do sol

E ele sempre teve medo
Do sol, da chuva
Do casamento da raposa com o rouxinol

E ele sempre teve medo
De abrir a boca
Ela sempre teve medo
De perder a voz
Ele sempre teve medo
De mirar a mesa
Quebrar a louça
E não poder voltar atrás

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